Lançamento – Antonio Villeroy

Show de lançamento do CD Samboleira do cantor e compositor Antonio Villeroy, que aconteceu dia 22/08 no Teatro Bradesco em Belo Horizonte.

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Gustavo Figueiredo passeia no Parque do Jazz, por Wilson Garzon

Nessa segunda (18/08), o pianista Gustavo Figueiredo lançou seu Cd “Trio” no Anfiteatro do Pátio Savassi. Para o show de apresentação, duo que gravou o disco, Pablo Souza (contrabaixo) e Márcio Bahia (bateria), foi substituido pelo duo formado por Frederico Heliodoro e André ‘Limão’ Queiroz, respectivamente. Quando a qualidade dos músicos é alta, a substituição não altera o resultado estético. O repertório seguiu a mesma ordem apresentada no Cd, com direito a curtir o “Samba Dobrado” como bônus. A plateia lotou o Anfiteatro e assistiu à apresentação num misto de atenção e aplausos. Estiveram presentes importantes nomes do cenário jazzístico local, como Juarez Moreira, Amauri Ângelo, Malluh Praxedes e Bruno Golgher, diretor do Savassi Festival.

Os primeiros acordes de “Brasil Fest”, composta no início de 2013, deram início a essa festa de música instrumental,  na forma de um samba em 7/8. A próxima, “Manuela”, foi criada em homenagem à sua filha, que com seus atuais um ano e meio estava presente soltava seus trinados, de vez em quando… “Mark 1″ foi inspirada no modelo de um piano elétrico Fender Rhodes, o Mark 1. Mas Gustavo fez questão de frisar que o seu amigo Mark também ficou satisfeito com o título da música.

“Canção do Sal”, única composição que não é de autoria de Gustavo no Cd, exigiu dele um arranjo cuidadoso preservando a melodia e pequenas mudanças na harmonia. “Thelonious groove”, explícito tributo ao mestre Monk, é baseada num groove de baixo que se repete e sobre ele a música vai se desenvolvendo. “Emily”, outra aventura familiar, foi inspirada na chegada da sua primeira sobrinha. Já “2011″ tem uma levada latin jazz, com solos de piano e bateria, em especial do “Limão”, que suou a camisa, literalmente.

“Passeio no parque”, criada no início de 2013, tem um clima leve e segundo o próprio Gustavo “me imaginei passeando no parque com minha filha. Depois vem um momento mais tenso, que pode ser a Montanha Russa”. Para encerrar com chave de ouro, uma pétala de Djavan “Samba Dobrado”. Bela apresentação de um músico que tem um grande futuro pela frente, bem além das montanhas de minas.

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